Museu do Quartzo recebe duas novas exposições dedicadas ao Quartzo e ao Planeta




No próximo sábado, dia 30 de abril, pelas 15H30, o Monte de Santa Luzia recebe duas novas exposições temporárias. Marca presença nesta inauguração a Vereadora da Cultura do Município de Viseu, Leonor Barata, e o Prof. Galopim de Carvalho.

A exposição “Vendo o Planeta Terra: nos ombros de Gigantes” oferece aos visitantes a oportunidade de conhecerem mais de 100m2 de atividades interativas que misturam conceitos como roldanas, alavancas, Arquimedes, eletricidade, ciclo hidrológico, zonamento interno da Terra, entre muitos outros.

Esta exposição convida todos os interessados a descobrir, não só os fundamentos de alguns processos simples (como o funcionamento dos sistemas de alavancas, dos circuitos elétricos ou das transições de fase da água), mas também a forma como este conhecimento nos permite compreender melhor o ciclo hidrológico, as tempestades, o funcionamento do nosso corpo ou a estrutura interna da Terra.

A par desta mostra interativa, o Museu do Quartzo – Centro de Interpretação Prof. Galopim de Carvalho inaugura, no mesmo momento, a exposição “Berço de Quartzo” que celebra o 10º aniversário do Museu e apresenta a evolução deste projeto, desde o abandono da exploração até ao nascimento do espaço museológico.

Ao longo dos últimos três anos, o Museu Municipal tem vindo a criar uma sequência cronológica de acontecimentos que narra a história do Monte de Santa Luzia. A construção desta linha do tempo baseia-se em duas exposições temporárias: “O Monte Habitado” numa alusão ao castro de Santa Luzia, que aqui existiu há cerca de 3000 anos, e a exposição “Bronze ao Aço”, que apresenta a exploração de quartzo pela Companhia Portuguesa de Fornos Elétricos de Canas de Senhorim.

Esta mostra consiste também numa homenagem ao Prof. Galopim de Carvalho pela conceção do projeto de recuperação do Monte de Santa Luzia, em 1990, que resultou na aceitação deste espaço natural como um local de interesse mineralógico e geológico a valorizar e conservar.

O reconhecimento e investimento feito pela Câmara Municipal de Viseu permitiu transformar este espaço num polo com potencialidades pedagógicas, culturais e turísticas, fazendo nascer o Museu do Quartzo – Centro de Interpretação Prof. Galopim de Carvalho.




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