Alemanha regista menos casos diários e equaciona reabrir fronteiras

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A Alemanha registou 798 novos casos diagnosticados de covid-19 nas últimas 24 horas, com uma queda em relação ao dia anterior, somando um total de 171.306, e debate agora a abertura gradual das fronteiras do país.

De acordo com os dados da Instituto Robert Koch (RKI), registou-se um aumento de 101 vítimas mortais, totalizando 7.634.

Além de menos números de contágios (933 na terça-feira), há ainda um número estimado de 148.700 casos considerados curados, mais 1.500 em relação ao dia anterior.

A fronteira entre a Alemanha e Áustria deverá reabrir totalmente a 15 de junho, segundo informações avançadas pela agência de notícias austríaca. A chanceler alemã Angela Merkel terá também falado ao telefone, esta terça-feira, com o presidente francês, Manuel Macron, sobre essa possibilidade.

O “Der Spiegel” adianta que Merkel abordou o assunto numa reunião virtual com os deputados do grupo conservador do Bundestag (parlamento alemão), manifestando a vontade de reabrir as fronteiras do espaço Schengen, desde que a evolução dos contágios o permita. A publicação indica que o tema deverá ser abordado hoje, em conselho de ministros.

As restrições para conter a pandemia de convid-19 fizeram cair o número de passageiros de autocarros e comboios em cerca de 11 por cento no primeiro trimestre do ano.

Segundo o Departamento Federal de Estatística, a descida no tráfego ferroviário chegou aos 15 por cento. Só em março, a queda foi de 40 por cento nas deslocações locais, regionais e de longa distância.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 290 mil mortos e infetou mais de 4,2 milhões de pessoas em 195 países e territórios. 

Mais de 1,4 milhões de doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 1.163 pessoas das 27.913 confirmadas como infetadas, e há 3.013 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, vários países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos a aliviar diversas medidas.

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