SP Sul: Executivo Camarário apresentou em conferência de imprensa, primeiros resultados da auditoria e mostrou-se preocupado com retenção de verbas por parte da DGAL

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O executivo camarário de São Pedro do Sul, liderado pelo socialista Victor Figueiredo, promoveu na passada sexta-feira, uma conferência de imprensa com o objectivo de analisar a actual situação financeira do município.

Recorde-se que uma das primeiras medidas anunciadas por este executivo foi a realização de uma auditoria, à câmara municipal, para entre outras questões, se inteirarem com rigor sobre a real situação económica e financeira do município.

Este encontro com a comunicação social, serviu também para o executivo dar informação de uma notificação recebida no inicio da passada semana, oriunda da Direcção Geral das Autarquias Locais e que dá conta da intenção desta mesma entidade em reter 20% das verbas que estão previstas serem transferidas da administração central, em consonância com o orçamento do estado. Esta intenção da DGAL, que surge como consequência a um incumprimento do município no ano de 2012, relativamente à obrigação da redução dos pagamentos em atraso, foi dada a conhecer pelo presidente da autarquia, Victor Figueiredo.

Também o vice-presidente da autarquia e responsável pela área financeira, Pedro Mouro, se pronunciou sobre esta intenção da direcção geral das autarquias locais, para dar conta do “estrangulamento” que em termos de tesouraria, tal medida irá provocar.

Pedro Mouro, fez questão de sublinhar que a responsabilidade por esta situação era de todos os cinco eleitos do PSD, no anterior mandato.

Confrontado com estas criticas, o anterior presidente da autarquia sampedrense, António Carlos Figueiredo, considera que se trata de uma dramatização politica e que os actuais responsáveis autárquicos, devem juntar-se ao presidente da associação nacional de Municípios, no sentido de fazerem pressão, com vista à alteração da actual legislação.

Outro dos temas, que marcou a conferência de imprensa, foi a questão da lei dos compromissos e dos chamados fundos disponíveis. Pedro Mouro, fez o ponto de situação sobre esta matéria.

O ex. presidente da câmara, afirma que existe em todo este discurso algum aproveitamento politico e sublinha, que se em três meses foi possível baixar de 3,5 milhões para pouco mais de 800 mil é sinal que a situação não era assim tão dramática, mas é isso sim o reflexo de ciclos com que os executivos se vão deparando.

Durante a conferência de imprensa da última sexta-feira, foram avançados os primeiros resultados da auditoria interna, que o executivo mandou efectuar. O vice-presidente da autarquia, avançou com alguns dados desse mesmo documento.


 

Neste encontro com a comunicação social, Pedro Mouro, pediu o apoio de todos os sampedrenses, deixando ainda alguns recados aos críticos do actual executivo.




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